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Magic: The Gathering


Gênero: Batalha de Cartas
Distribuidora: Atari
Desenvolvedora: Atari

1 CD


Requisitos Mínimos
Processador: Pentium III 486 MHz ou Athlon equivalente
Velocidade do processador: 486 MHz
Memória RAM: 16 MB
Direct3D: Sim
Sistemas Operacionas : Windows 95
Outros: Resolução: 640x480; Tipos de Gráfico: SVGA


O jogo de cartas "Magic the Gathering" conseguiu manter sua popularidade depois de muitos anos de sucesso. Essa fama lhe rendeu algumas adaptações na forma de jogo de videogame, incluindo uma reprodução fiel no meio digital.

A Atari, que é dona dos direitos eletrônicos de "Magic", usou o universo do jogo de carta para criar um game que mistura ação, estratégia e fantasia. A tarefa de transformar "Magic" num título com cara de videogame caiu nas mãos da Secret Level (que fez o "Unreal Tournament" do Dreamcast).

RPG nas cartas

A opção Quest oferece uma espécie de mini-RPG, criando um enredo simples: você é uma feiticeira com a missão de reunir cinco jóias sagradas. Esse uso da mitologia por trás de "Magic" é o tema do produto, unindo o universo místico do baralho aos elementos que regem suas regras. A idéia é interessante - a execução é o problema.

Os confrontos acontecem em pequenos terrenos divididos por uma linha mágica. O jogador controla seu feiticeiro em duas dimensões, tendo de correr para colecionar os fragmentos de mana que aparecem em curtos intervalos de tempo. Cada encantamento é acessado através de uma biblioteca que deve ser montada antes do confronto (retirando o elemento de sorte do carteado). Além da liberdade de movimento, o avatar digital pode atacar e levantar um escudo capaz de infligir ou negar um ponto de dano.

Magia 4D

A adição de espaço e tempo à fórmula clássica de "Magic" é um adição interessante, mas a implementação traz alguns problemas sérios. Gerenciar magias enquanto se navega pelo pequeno campo de batalha já é complicado o suficiente - acertar um golpe com o cajado na maioria dos inimigos acaba sendo mais sorte do que habilidade.

Jogos para PC e videogames são diferentes, e quando um game é portado literalmente mesmo um bom produto pode parecer ruim. O porte de "Magic", originalmente criado para Xbox, para o PC é um dos piores da história do entretenimento eletrônico. Os controles são mapeados quase literalmente sobre o meio do teclado - o que é confuso sem contar que a interface continua mostrando as letras dos botões do videogame da Microsoft! Para piorar ainda mais a coisa, o game roda APENAS em modo entrelaçado a 43Hz, deixando a imagem repleta de riscos pretos. Esse tipo de desleixo é imperdoável.

Duelos continuam sendo a melhor parte

Além da campanha Quest, o jogo oferece uma robusta opção de multiplayer online, permitindo que o jogador personalize um mago ou bruxa com elementos destravados para enfrentar oponentes online. Esse é certamente o aspecto mais interessante do jogo (talvez com exceção da demo de "Magic Online" oferecida no disco) e expande muito a longevidade do título.


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