FORMATO: AVITAMANHO: 699 MB
ÁUDIO: PORTUGUÊS
GÊNERO: AÇÃO
DURAÇÃO: 105 Min
Sinopse: Para deleite dos fãs mais ardorosos não faltam participações especiais de velhos conhecidos como Stan Lee (criador do personagem e que sempre faz questão de dar as caras nas adaptações cinematográficas de suas criações) e do lendário e espantosamente ainda em forma Lou Ferrigno, que fazia dupla com Bill Bixby no papel principal da extinta série para a TV. Agora ele empresta a voz à versão monstro do herói com direito a uma participação relâmpago em uma das mais bem-humoradas seqüências da projeção.
O filme não perde tempo com exposições detalhadas e desde o início estabelece o conflito que permeará o restante da película. Contaminado por excessivas doses de raio Gama, Banner transforma-se em Hulk e escapa dos militares que o querem como arma. Refugiando-se no Brasil, ele luta para encontrar uma cura para sua estranha condição enquanto trabalha em uma fábrica de engarrafamento. As seqüências filmadas no Rio de Janeiro (na favela Tavares Bastos e no bairro de Santa Teresa e Lapa) são de especial interesse do público brasileiro já que parecem diretamente extraídas de sucessos populares recentes do cinema nacional como “Tropa de Elite” e “Cidade de Deus”.
O roteiro de Zak Penn (“X-Men – O Confronto Final”) com as pitadas de Norton não parece ser a maior preocupação da Marvel e os mais atentos poderão notar uma série de buracos e a escancarada influência de filmes como "King Kong" (assim como de qualquer história baseada na premissa de “A Bela e a Fera”) e mais recentemente de “Transformers”, especialmente na ruidosa, embora tecnicamente admirável, meia hora final.
O cinema vive, para o bem ou para o mal, a era dos filmes de super-heróis. A revolução dos efeitos digitais tornou possível alcançar um resultado visualmente satisfatório de qualquer adaptação dos quadrinhos para a telona, e os executivos dos grandes estúdios não perderam tempo. Uma grande parcela do faturamento bruto de Hollywood vem das aventuras dos super poderosos e suas infindáveis continuações. Uma vez estabelecido este padrão, surge a inevitável preocupação com o eventual desgaste da fórmula e a solução encontrada para atrasar este processo começa a ficar evidente na cena final do longa.
Com a inesperada aparição de outro carismático herói, os Estúdios Marvel inauguram a era da interação cinematográfica de suas franquias que visa à criação de uma espécie de “Olimpo contemporâneo” onde os “deuses” juntam forças para proteger a humanidade. Os fãs certamente agradecem enquanto o restante dos amantes da sétima arte acompanha sem muita expectativa o desfecho de uma das mais repetitivas fases que o cinema já vivenciou e que, ao que tudo indica, está apenas começando.
O filme não perde tempo com exposições detalhadas e desde o início estabelece o conflito que permeará o restante da película. Contaminado por excessivas doses de raio Gama, Banner transforma-se em Hulk e escapa dos militares que o querem como arma. Refugiando-se no Brasil, ele luta para encontrar uma cura para sua estranha condição enquanto trabalha em uma fábrica de engarrafamento. As seqüências filmadas no Rio de Janeiro (na favela Tavares Bastos e no bairro de Santa Teresa e Lapa) são de especial interesse do público brasileiro já que parecem diretamente extraídas de sucessos populares recentes do cinema nacional como “Tropa de Elite” e “Cidade de Deus”.
O roteiro de Zak Penn (“X-Men – O Confronto Final”) com as pitadas de Norton não parece ser a maior preocupação da Marvel e os mais atentos poderão notar uma série de buracos e a escancarada influência de filmes como "King Kong" (assim como de qualquer história baseada na premissa de “A Bela e a Fera”) e mais recentemente de “Transformers”, especialmente na ruidosa, embora tecnicamente admirável, meia hora final.
O cinema vive, para o bem ou para o mal, a era dos filmes de super-heróis. A revolução dos efeitos digitais tornou possível alcançar um resultado visualmente satisfatório de qualquer adaptação dos quadrinhos para a telona, e os executivos dos grandes estúdios não perderam tempo. Uma grande parcela do faturamento bruto de Hollywood vem das aventuras dos super poderosos e suas infindáveis continuações. Uma vez estabelecido este padrão, surge a inevitável preocupação com o eventual desgaste da fórmula e a solução encontrada para atrasar este processo começa a ficar evidente na cena final do longa.
Com a inesperada aparição de outro carismático herói, os Estúdios Marvel inauguram a era da interação cinematográfica de suas franquias que visa à criação de uma espécie de “Olimpo contemporâneo” onde os “deuses” juntam forças para proteger a humanidade. Os fãs certamente agradecem enquanto o restante dos amantes da sétima arte acompanha sem muita expectativa o desfecho de uma das mais repetitivas fases que o cinema já vivenciou e que, ao que tudo indica, está apenas começando.
JOGOS #








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