Gênero: Aventura- Ação- Erotismo
Editora: CDV Software
Data de lançamento: Fevereiro de 2006
Site Oficial: http://www.lula3d.de
1 DVD5
Processador: Pentium 1.5 GHz
Memória RAM: 256MB
Video: 64MB
HDD 2.5GB
Requisitos Recomendados
Processador: Pentium 2GHz
Memória RAM: RAM 512MB
Video: 128MB
HDD 2.5GB
Acção, aventura e sexo à discrição
Em 1998, enquanto todos andavam a brincar à estratégia de futebol e afins, a CDV decidiu lançar um jogo de gestão diferente dos demais. Wet: The Sexy Empire (também conhecido por Lula: The Sexy Empire) colocava-nos na pele de um director de um negócio de pornografia, que tem na sensual Lula a sua mais capaz actriz. Entre tirar umas fotos a Lula para ganhar uns trocos no início da carreira, até gerir tudo o que um império do género oferece, o jogador tinha bastantes coisas em mãos. Por assim dizer.
Mas o que vale é que apesar do seu tema politicamente incorrecto - e hoje em dia mantêm-se os preconceitos quanto a sexo nos videojogos, o caso Hot Coffee ainda atiçou mais o lume -, o jogo tinha qualidade e conquistou muitos fãs. Entre uma série de pequenos jogos sem grande história lançados nos anos seguintes, foi o anúncio de Lula 3D que gerou mais entusiasmo.
'Pantera, Pantera... aiaiaiaiai...!' :wub:
The Secret of Lula 3D
Muitos anos esteve Lula 3D em produção, e duvidou-se seriamente que chegasse a ser lançado no mercado. Mas isso vai mesmo acontecer, inclusive no nosso país, felizmente de mentalidade aberta quanto a temas mais melindrosos como o sexo ou a violência nos jogos.
Para este novo título, a CDV deixava de parte a gestão do primeiro jogo, e colocava agora os jogadores na pele da “roliça” Lula, numa aventura que se pretende cheia de humor, mistério, acção, e sexo. Sexo a mais, a meu ver. E curiosamente, o que é apresentado como o principal cartão de visita de Lula 3D parece-me ser uma das suas principais falhas. Mais sobre isto depois de tirar do sistema o genial “argumento” que move o jogo.
Quanto mais te abaixas, mais se vê... o cenário!
Então não é que antes da rodagem do seu próximo filme, Lula vê as suas actrizes trigémeas desaparecerem, raptadas misteriosamente, colocando-a numa situação delicada? Chamar a polícia está fora de questão, e ela prefere atirar-se de cabeça ao caso, atravessando a América para isso. Ela e o seu QI equivalente a uma alface fora de validade. Lula, acompanhada do seu inexpressivo cão Dusty, vai assim descobrir o paradeiro dos raptores e das gémeas, divertir-se consigo própria, matar criminosos e polícias pelo caminho, ter relações lésbicas, destruir monumentos mundiais, e entrar em variados ménages… Enfim, estão a ver as aventuras
O argumento do jogo não é mais do que um pretexto para nos colocar numa dezena de locais distintos, e Lula 3D segue o padrão pouco agradável das aventuras a prestações. Ou seja, estão num pequeno cenário, e não passam ao outro enquanto não resolverem os enigmas desse. Que foi feito das aventuras de antigamente onde tínhamos um mundo inteiro com muitos locais para explorar, não ficando limitados a uma única área?
Acção e aventura em fio dental
'Quem é que quer levar com o cassetete?'
O jogo encaixa-se na série das novas aventuras a 3D, optando por nos oferecer uma visão na terceira pessoa. Tal como se de um título de acção se tratasse, vamos ver Lula a correr que nem uma Lara Croft, com a diferença de que ela é bem mais lentinha. Deve ser do peso que causam os… objectos do inventário! Pensavam que era o quê?
Resta ainda referir que se quiserem ignorar a melhor coisa do jogo - a… hum… parte de trás de Lula - sempre podem passar para a visão na primeira pessoa, de ecrã inteiro, premindo uma tecla. Útil para os momentos em que Lula está a bloquear a observação de algum objecto ou local. E não, se nesta câmara olharem para baixo não vão conseguir ver nada. Mas era giro…
Voltando ao inventário, Lula usa os seus seios como suporte para todos os objectos que vai recolher, e se já viram as imagens, é evidente que espaço não é problema. Esqueçam é as combinações entre dois objectos para obter um terceiro, aqui isso não é possível.
Intensas cenas eróticas podem levar a… bocejos”
Vamos falar de sexo. Se bem doseado, este factor poderia levar os jogadores a manter o nível de interesse elevado, a querer progredir no jogo para ver que “surpresas quentes” lhe estariam reservada. Mas como Lula 3D joga a carta do impudor e, porque não, da gratuitidade, desde os primeiros minutos de jogo, constatamos desde logo que as prometidas intensas cenas eróticas não são mais do que uns bonecos quadrados a mexerem-se de forma robótica e tudo menos atraente.
A ideia de espalhar pelos cenários casais em pleno ato sexual, com respectivos gemidos, é o sinónimo perfeito do gratuito e do desnecessário. Não acrescenta valor ao jogo, não aquece ninguém com mais de dez anos, e prejudica a solidez que por vezes Lula 3D demonstra como uma aventura convencional. As próprias sequências “tórridas” conseguem o curioso efeito de quase nos levar a premir o botão para as saltar, mas com receio de perdermos alguma parte interessante da aventura (sublinho a palavra aventura), acaba-se por não o fazer. Mas dá vontade de dizer “andem lá com isso!”.
Em alguns interiores a câmara muda de posição.
A promessa de 25 horas de “jogo e babanço” que vem na contra-capa não pode ser levada a sério, de maneira nenhuma. A menos que fiquem 15 horas encravados no menu inicial à procura do botão Start, a aventura terminará em cerca de 10 horas. A progressão é fácil, a exploração não exige extrema atenção, e o jogo geralmente flúi bem e rapidamente.
Em 1998, enquanto todos andavam a brincar à estratégia de futebol e afins, a CDV decidiu lançar um jogo de gestão diferente dos demais. Wet: The Sexy Empire (também conhecido por Lula: The Sexy Empire) colocava-nos na pele de um director de um negócio de pornografia, que tem na sensual Lula a sua mais capaz actriz. Entre tirar umas fotos a Lula para ganhar uns trocos no início da carreira, até gerir tudo o que um império do género oferece, o jogador tinha bastantes coisas em mãos. Por assim dizer.
Mas o que vale é que apesar do seu tema politicamente incorrecto - e hoje em dia mantêm-se os preconceitos quanto a sexo nos videojogos, o caso Hot Coffee ainda atiçou mais o lume -, o jogo tinha qualidade e conquistou muitos fãs. Entre uma série de pequenos jogos sem grande história lançados nos anos seguintes, foi o anúncio de Lula 3D que gerou mais entusiasmo.
'Pantera, Pantera... aiaiaiaiai...!' :wub:
The Secret of Lula 3D
Muitos anos esteve Lula 3D em produção, e duvidou-se seriamente que chegasse a ser lançado no mercado. Mas isso vai mesmo acontecer, inclusive no nosso país, felizmente de mentalidade aberta quanto a temas mais melindrosos como o sexo ou a violência nos jogos.
Para este novo título, a CDV deixava de parte a gestão do primeiro jogo, e colocava agora os jogadores na pele da “roliça” Lula, numa aventura que se pretende cheia de humor, mistério, acção, e sexo. Sexo a mais, a meu ver. E curiosamente, o que é apresentado como o principal cartão de visita de Lula 3D parece-me ser uma das suas principais falhas. Mais sobre isto depois de tirar do sistema o genial “argumento” que move o jogo.
Quanto mais te abaixas, mais se vê... o cenário!
Então não é que antes da rodagem do seu próximo filme, Lula vê as suas actrizes trigémeas desaparecerem, raptadas misteriosamente, colocando-a numa situação delicada? Chamar a polícia está fora de questão, e ela prefere atirar-se de cabeça ao caso, atravessando a América para isso. Ela e o seu QI equivalente a uma alface fora de validade. Lula, acompanhada do seu inexpressivo cão Dusty, vai assim descobrir o paradeiro dos raptores e das gémeas, divertir-se consigo própria, matar criminosos e polícias pelo caminho, ter relações lésbicas, destruir monumentos mundiais, e entrar em variados ménages… Enfim, estão a ver as aventuras
O argumento do jogo não é mais do que um pretexto para nos colocar numa dezena de locais distintos, e Lula 3D segue o padrão pouco agradável das aventuras a prestações. Ou seja, estão num pequeno cenário, e não passam ao outro enquanto não resolverem os enigmas desse. Que foi feito das aventuras de antigamente onde tínhamos um mundo inteiro com muitos locais para explorar, não ficando limitados a uma única área?
Acção e aventura em fio dental
'Quem é que quer levar com o cassetete?'
O jogo encaixa-se na série das novas aventuras a 3D, optando por nos oferecer uma visão na terceira pessoa. Tal como se de um título de acção se tratasse, vamos ver Lula a correr que nem uma Lara Croft, com a diferença de que ela é bem mais lentinha. Deve ser do peso que causam os… objectos do inventário! Pensavam que era o quê?
Resta ainda referir que se quiserem ignorar a melhor coisa do jogo - a… hum… parte de trás de Lula - sempre podem passar para a visão na primeira pessoa, de ecrã inteiro, premindo uma tecla. Útil para os momentos em que Lula está a bloquear a observação de algum objecto ou local. E não, se nesta câmara olharem para baixo não vão conseguir ver nada. Mas era giro…
Voltando ao inventário, Lula usa os seus seios como suporte para todos os objectos que vai recolher, e se já viram as imagens, é evidente que espaço não é problema. Esqueçam é as combinações entre dois objectos para obter um terceiro, aqui isso não é possível.
Intensas cenas eróticas podem levar a… bocejos”
Vamos falar de sexo. Se bem doseado, este factor poderia levar os jogadores a manter o nível de interesse elevado, a querer progredir no jogo para ver que “surpresas quentes” lhe estariam reservada. Mas como Lula 3D joga a carta do impudor e, porque não, da gratuitidade, desde os primeiros minutos de jogo, constatamos desde logo que as prometidas intensas cenas eróticas não são mais do que uns bonecos quadrados a mexerem-se de forma robótica e tudo menos atraente.
A ideia de espalhar pelos cenários casais em pleno ato sexual, com respectivos gemidos, é o sinónimo perfeito do gratuito e do desnecessário. Não acrescenta valor ao jogo, não aquece ninguém com mais de dez anos, e prejudica a solidez que por vezes Lula 3D demonstra como uma aventura convencional. As próprias sequências “tórridas” conseguem o curioso efeito de quase nos levar a premir o botão para as saltar, mas com receio de perdermos alguma parte interessante da aventura (sublinho a palavra aventura), acaba-se por não o fazer. Mas dá vontade de dizer “andem lá com isso!”.
Em alguns interiores a câmara muda de posição.
A promessa de 25 horas de “jogo e babanço” que vem na contra-capa não pode ser levada a sério, de maneira nenhuma. A menos que fiquem 15 horas encravados no menu inicial à procura do botão Start, a aventura terminará em cerca de 10 horas. A progressão é fácil, a exploração não exige extrema atenção, e o jogo geralmente flúi bem e rapidamente.
JOGOS #








Página anterior


0 comentários:
Postar um comentário